Formação de IA & Claude para empresas
Um workshop prático para capacitar os líderes de departamento e as suas equipas a trabalhar de forma mais eficiente com IA — no trabalho real, não em demos.
Prático · Exemplos ao vivo · Casos reais

Não é um curso genérico de “introdução à IA” nem formação para uma pessoa. É para médias empresas que querem capacitar os líderes de departamento e as suas equipas a trabalhar de forma mais eficiente com IA.
Líderes de departamento que querem equipas mais eficientes
Responsáveis de operações, marketing, comercial, financeiro ou apoio ao cliente que querem que a equipa trabalhe melhor com IA — e que saibam onde ela ajuda e onde estorva.
Médias empresas, não micro nem freelancers
Funciona quando há departamentos e equipas para capacitar. Não é para a micro-empresa de uma pessoa nem para o profissional individual a auto-formar-se — para esses, um curso individual rende mais do que um workshop in-company.
Departamentos com trabalho repetitivo de volume
Email, relatórios, respostas a clientes, tratamento de documentos. Onde há tarefas manuais e repetidas numa equipa, há quase sempre um caso de IA ou automação por destravar.
Equipas que testaram o ChatGPT e ficaram por aí
Já há licenças de ChatGPT que ninguém usa a sério. Falta o método e o hábito — é isso que a formação dá: prompting que aguenta trabalho real e critério para saber em que confiar.
Workshop prático, não uma palestra
A equipa não fica a ouvir slides. Trabalha nos próprios casos, com as próprias ferramentas, durante a sessão. Saem com coisas feitas — prompts, um fluxo, um primeiro automatismo — não com apontamentos para arquivar.
Com as ferramentas certas: Claude, ChatGPT e automação
Mostramos onde cada ferramenta brilha e onde falha. Claude e ChatGPT para escrever, analisar e decidir; ferramentas de automação (como o n8n) para ligar a IA ao trabalho que já existe. Sem fanatismos por uma marca — a escolha segue o caso da equipa.
In-company ou remoto, à medida da equipa
Presencial nas vossas instalações ou em remoto, ajustado ao número de pessoas e ao tempo disponível. O conteúdo é montado à volta dos processos reais da empresa, não de um currículo enlatado.
Não “truques”. Método: como dar contexto, como pedir, como iterar até um resultado fiável — em vez de aceitar a primeira resposta plausível.
Olhar para os processos da equipa e separar o que a IA resolve já, o que precisa de integração, e o que não se deve tocar. Critério, não entusiasmo cego.
Aplicar as ferramentas às tarefas que a equipa já faz — não a exemplos de demonstração que nunca se repetem no dia a dia.
Onde alucina, onde precisa de revisão humana, onde o risco não compensa. Saber os limites é o que separa usar IA de se queimar com ela.
No fim da formação, a equipa tem pelo menos um caso da própria empresa a funcionar — a prova de que isto sai do papel.
Quando chegar a hora de um projeto a sério, a equipa já sabe o vocabulário e o que é possível — as conversas com a engenharia passam a ser produtivas.
Um esqueleto que ajustamos ao vosso contexto na conversa de scoping. Os módulos encadeiam-se do “porquê” até às mãos na massa.
Fundamentos úteis, sem hype
O que a IA generativa faz mesmo bem hoje, onde ainda não chega, e porque é que isso muda a forma de trabalhar — em linguagem de quem usa, não de quem vende.
Prompting que aguenta trabalho real
Contexto, instruções, iteração e verificação. Como passar de respostas plausíveis a resultados em que se pode confiar.
Claude e ChatGPT no dia a dia
Quando usar cada um, como integrar nos vossos documentos e dados, e como montar prompts reutilizáveis para a equipa toda.
Da tarefa manual à automação
Identificar um processo repetitivo e ligar a IA a ele com ferramentas de automação (n8n e afins) — o salto de “fazer à mão” para “corre sozinho”.
Onde a IA falha — e como não se queimar
Alucinações, dados sensíveis, decisões que precisam de pessoa. Os limites e as regras simples para usar IA com segurança.
O vosso caso: mãos na massa
A parte central. A equipa pega num problema real da empresa e constrói a primeira solução durante a sessão.
Trinta minutos para perceber a equipa, as ferramentas que já usam e os processos onde a IA mais ajuda. Daqui sai o conteúdo da formação.
A sessão (in-company ou remota). A equipa aprende fazendo, nos próprios casos, com acompanhamento direto.
No fim, sai um plano concreto: o que a equipa pode pôr a render já, e o que justifica um projeto a sério a seguir.
A formação é o primeiro degrau, não o destino. É a forma mais barata e rápida de a vossa empresa perceber, na prática, o que a IA muda no vosso trabalho — sem comprometer logo um projeto de desenvolvimento.
Muitas vezes é durante o workshop que aparece o caso que justifica ir mais longe: uma automação que poupa horas por semana, um agente para o apoio ao cliente, uma integração com os vossos sistemas. Quando esse caso aparecer, a equipa que entrega a formação é a mesma que constrói o software — com o mesmo critério de engenharia.

Mais de 18 anos a desenvolver software. Construí vários produtos no mercado português — de ERP, CRM e BI a sistemas de IA. A formação é dada por mim, não por um formador a ler slides: é a mesma pessoa que constrói software de IA em produção para clientes, por isso o que a equipa aprende é o que funciona no terreno, com os erros e atalhos reais.
É também isso que torna o passo seguinte natural: quem dá a formação é quem pode pegar no projeto. Depois de ver onde a IA rende nos vossos departamentos, fica claro qual a primeira automação que vale a pena construir a sério.
Comecem pela formação. O projeto vem a seguir.
Uma conversa de 30 minutos com o Miguel para perceber os vossos departamentos e desenhar o workshop à medida dos vossos processos.


